O que é esse subjetivo?
Por que se revela tão abstrato?
Ainda assim, posso senti-lo quase palpável.
É tão surreal observar o todo em volta.
É como sentir-se parte de tudo e nada ao mesmo tempo.
É como respirar em baixo d’água, quando aos poucos sufoca.
É como ouvir o mar, ninguém cansa.
É contínuo...
Constante.
É assim...
Sem poder o meu querer.
Sem querer o poder meu querer.
Não me restou muito.
Apenas um instinto.
Enxerguei essa força latente e desafiadora pronta a enfrentar todo pensamento que é politicamente correto para assegurar que é possível ter o mundo nas mãos e arrancar essas falsas ideologias que aprisionam o entendimento e limitam a sabedoria. Os empecilhos da verdade. Alcançar a superação.
Essa realidade é cruel.
Pura Ilusão!
Então...
Era outono.
Me vi sentada embaixo de uma arvore, pensativa...
Encontrei meios de combater essa minha guerra.
Lutei! Com cada célula do meu corpo.
Eu lutei! E ainda luto...
Todos os dias!
O resultado?
Não era bem o que eu esperava.
Mas tenho certeza
Não poderia ser melhor!
Ainda me pergunto.
Como pude estar ausente tanto tempo?
A muito não sabia o que é estar lá.
Dentro de mim a impressão de que talvez nunca tivesse partido.
E foi como reencontrar algo perdido.
Aquele sentimento que queima e arde
Ainda que insista em ir.
Sinto que vai para sempre permanecer aqui.
Descobri finalmente...
Está cada vez mais perto a linha de chegada!
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