sexta-feira, 20 de maio de 2011

Pura Ilusão!

O que é esse subjetivo?
Por que se revela tão abstrato?  
Ainda assim, posso senti-lo quase palpável.

É tão surreal observar o todo em volta.

É como sentir-se parte de tudo e nada ao mesmo tempo.
É como respirar em baixo d’água, quando aos poucos sufoca.
É como ouvir o mar, ninguém cansa.
É contínuo...
Constante.



É assim...
Sem poder o meu querer.
Sem querer o poder meu querer.
Não me restou muito.
Apenas um instinto.

Enxerguei essa força latente e desafiadora pronta a enfrentar todo pensamento que é politicamente correto para assegurar que é possível ter o mundo nas mãos e arrancar essas falsas ideologias que aprisionam o entendimento e limitam a sabedoria. Os empecilhos da verdade. Alcançar a superação.
Essa realidade é cruel.

Pura Ilusão!
  
Então...
Era outono.
Me vi sentada embaixo de uma arvore, pensativa...
Encontrei meios de combater essa minha guerra.
Lutei! Com cada célula do meu corpo.
Eu lutei! E ainda luto...
Todos os dias!

O resultado?
Não era bem o que eu esperava.
Mas tenho certeza
Não poderia ser melhor!
  
Ainda me pergunto.
Como pude estar ausente tanto tempo? 
A muito não sabia o que é estar lá.

Dentro de mim a impressão de que talvez nunca tivesse partido.
E foi como reencontrar algo perdido.
Aquele sentimento que queima e arde
Ainda que insista em ir. 
Sinto que vai para sempre permanecer aqui.

Descobri finalmente...
Está cada vez mais perto a linha de chegada!

.

Azamor


Em meus pensamentos, guardo segredos.
E sobre segredos, não há muito a dizer. 

As palavras, a maioria delas não precisa fazer sentido nesse mundo de idéias.

Não, se eu não quiser!



O que sinto é, liberdade! 

É como correr em um campo aberto em direção ao sol. 
Sentir o vento, tocar a terra e saborear o fruto das arvores.

Posso dar o sentido que puder.

Paro.
Penso.
Respiro...
Como é fascinante a beleza desse lugar. 
É quando as lagrimas marcam meus olhos!

Então...
Olho para o céu.
Vejo pássaros voando. 
E por todo o jardim, borboletas dançando.

Minhas mãos continuam soadas.
Agora compreendo a verdadeira medida.
Antes meus pés imploravam por água salgada.
Hoje se contentam com a relva molhada.

Encontrei um lugar.
Um lugar só meu. 
Eu chamo de “meu lugar Azamor”.

Aqui...
É onde tudo acontece.
É como imagino.

É como nos sonhos!


quinta-feira, 5 de maio de 2011

Juízo? Eu?!

Juízo? Eu?!
Desde pequena via:
O Tarzan andar pelado...
Cinderela chegar meia noite...
Pinochio mentia...
Aladim era ladrão...
Batman dirigia a 320km/h...
Branca de neve morava com 7 anões...
Popeye fumava grama!!!

desculpa, tarde demais!!! kkkkkkkkk.......--'