terça-feira, 5 de abril de 2011

Um sopro de vida!




















Eu costumava caminhar aos domingos, final de tarde.
As vezes, sentada ao por do sol, permanecia ali, apenas.. apenas eu e meus pensamentos.
E obervava tudo ao meu redor, até que a realidade me trouxesse de volta.

Eu lembro de momentos inesqueciveis.
Lembro do cheiro do mar, do som das aguas.
Lembro de como é maravilhosa a sensação de sentir meus pés molhados naquela água gelada.
Lembro também das inumeras vezes que não quis estar aqui.
Por isso, relembro. Para manter tudo isso vivo dentro de mim .

O complicado pode ser menos complexo. Mas isso, depende de você.
Compreendi, devo repensar.
Decidi então, não mais insistir.
Mas agora, agora já é tarde. Estou aqui.

Penso..
As vezes, a melhor alternativa pode ser desistir.
Mas eu acredito que o melhor ainda está por vir.
Acredito que o maior triunfo esta em ficar e ganhar a batalha.
E mesmo que, em alguns momentos, com lagrimas nos olhos, a dor persista, a história precisa continuar.
E mais cedo ou mais tarde, sempre haverá alguem diposto a enxugar as lagrimas que insistem em cair.

Quando se abrir a janela, o sol entrará.
Não se sabe quando exatamente isso acontece.
Mas o que se sabe é, acontece, mais ou menos como quando se perde a excencia.
Quando como se torna preciso olhar no fundo dos olhos para tentar enxergar algo mais que superfluas intensões.
Quando como, o toque já não representa mais o mesmo calor que aquece e queima.
Como quando, o perfume já não exala mais a mesma excencia que entorpece os pensamentos. 
E quando em suas mãos, o suor não promove mais os calafrios e tremores.
Então, resta um coraçao palpitando acelerado entre estranhos.

Penso..

Se na minha fraqueza é possivel construir uma fortaleza. 
Então, decido apenas.

Erguirei outro castelo. Um novo recomeço!

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